Slide Negra

Prefeitura promove Dia da Consciência Negra na Escola Municipal Doralice Arruda

O dia 20 de novembro foi escolhido em homenagem à morte de Zumbi, o líder do Quilombo dos Palmares, lugar que serviu de refúgio para aproximadamente 20 mil escravos.

 

Teófilo Otoni – Para celebrar o Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado no dia 20 de novembro, a Escola Municipal Doralice Arruda promoveu nesta sexta-feira (18) uma atividade com os alunos a fim de conscientizar as crianças sobre o respeito ao próximo. Durante o evento, os estudantes fizeram apresentações em cima do tema da consciência negra com desfile, poesias e teatro sobre a discriminação racial.

Segundo a diretora Tereza Cristina Martins Cordeiro, os profissionais que trabalham na escola são treinados para lidar com situações envolvendo racismo em sala de aula. “A gente costuma chamar a atenção da criança que geralmente discrimina o outro e aconselhamos sobre a importância do respeito principalmente para com os colegas que estão na sala. Na aula de ensino religioso, a escola costuma sempre trabalhar sobre os valores e explicar que no Brasil todo mundo tem um pouco de sangue negro. Deus fala que nós somos irmãos e não importa a cor, respeito em primeiro lugar”, disse.

O evento contou ainda com a participação do Grupo Ginga Especial composto por alguns alunos da APAE. “Desde agosto estamos fazendo apresentações e falando sobre a consciência negra. E a capoeira é uma manifestação cultural negra, criada pelos negros no Brasil como forma de mostrar a arte, é fácil de ser levada para qualquer lugar e com ela você fala um pouco sobre a discriminação que os negros ainda sofrem”, afirmou o coordenador do Grupo Ginga Especial, “Cebolinha”.

Consciência Negra

O dia 20 de novembro foi escolhido em homenagem à morte de Zumbi, o líder do Quilombo dos Palmares, lugar que serviu de refúgio para aproximadamente 20 mil escravos. A celebração da Consciência Negra é uma forma de fazer memória, para que o povo brasileiro não repita a brutalidade com que os negros foram tratados durante a colonização do Brasil, marginalizados da sociedade.

 

 

 

 

 

 

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